quarta-feira, 24 de julho de 2013

Jovem de 15 anos cria lanterna alimentada pelo calor da mão

Jovem de 15 anos cria lanterna alimentada pelo calor da mão

O mais recente avanço na geração de energia termoeléctrica não vem de um laboratório de alta tecnologia, mas sim de Ann Makosinski, uma jovem canadiana de 15 anos que desenvolveu uma lanterna alimentada pelo calor da mão.
Com o objectivo de reduzir o número de pilhas que, depois de usadas de forma muito breve, seguem para os aterros sanitários, Ann desenvolveu uma lanterna inovadora que pode ser concebida de forma barata e dirigida a populações sem acesso a electricidade.
Para criar o aparelho termoeléctrico, Ann utilizou placas Peltier, capazes de produzir electricidade quando aquecidas de um lado e arrefecidas do outro. A lanterna consiste num tubo de alumínio alojado num tubo de PVC, com uma abertura que permite que a mão do utilizador entre em contacto com a estrutura Peltier.
“O meu design é ergonómico, termo dinamicamente eficiente e só precisa de uma diferença de temperatura de cinco graus para trabalhar e produzir até 5,4 mW com 1,5 metros de brilho”, explica a jovem.
As placas Peltier usam o calor da mão humana para alimentar uma lâmpada LED, brilhante o suficiente para ser usada numa lanterna. Dependem do diferencial de temperatura para trabalhar, pelo que a luz se torna mais brilhante quando está frio no local a ser usada.
A jovem Ann encara a sua criação como uma tecnologia que poderia ajudar a evitar o uso desnecessário de pilhas que libertam produtos químicos tóxicos para os solos. Poderia ainda resultar numa fonte de luz barata e renovável para aqueles que não têm acesso a electricidade.
Segundo o Inhabitat, a lanterna termoeléctrica foi recentemente seleccionada como uma dos 15 finalistas da Google Science Fair. O grande vencedor da competição receberá uma bolsa no valor de €39 mil (R$ 113 mil) e uma viagem às Ilhas Galápagos.
Ann_SAPO
                          

Bíblia com mais de 1500 anos é descoberta e preocupa Vaticano


   Uma Bíblia de mais de 1500 anos foi descoberta na Turquia e causa preocupação ao Vaticano. Isso porque a tal bíblia contém o evangelho de Barnabé, que teria sido um dos discípulos de Cristo que viajava com o apóstolo Paulo e descreve Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.
Gospel-of-Barnabas
   O livro teria sido descoberto no ano 2000, e foi mantido em segredo na cidade de Antara. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo. De acordo com as notícias; peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original.
Autoridades religiosas de Teerã insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo. O texto prevê ainda a vinda do último messias islâmico, que ainda não aconteceu. 
O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo. 
Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar Morto.






E aí, bora para noitada ???

 
Primeiramente, você chega na balada e observa que metade das mulheres estão com um vestido de elástico, já a outra metade está com uma regata branca ou top e por cima uma blusa fina, junto com uma saia alta embalada a vácuo ou short customizado.
   Usando o insistente perfume 212, Angel e Light Blue. Mas até aí tudo bem pois o uniforme faz parte. Não muito distante disso você vê alguns homens com uma camisa polo com “número 43” nas costas e um cavalo gigante no peito, perfume one million e a barriga saliente, com as mulheres mais bonitas da festa. Alguns gastando dinheiro que não tem, outros gastando por gastar e outros como eu agora, pensando em como funciona tudo isso… Nesse instante por algum motivo você se sente diferente daquelas pessoas. Culturalmente instruídos a sempre segurar um copo na mão seguimos o nosso caminho em busca de algo que no fundo não sabemos se realmente faz sentido.

   De forma alguma estou dizendo que não gosto de balada, ou que balada é algo de pessoas “vazias”, mas infelizmente na maioria das vezes é isso que eu vejo, mulheres que só querem levantar seu ego e homens que acham que "baixar" um litro de bebida na mesa lhe faz ser o macho "top" da festa.
   Cada vez mais as pessoas têm a necessidade de mostrar ser uma coisa que não são, e principalmente terem seu ego exaltado.
   Agora só falta elas perceberem que isso não leva a lugar nenhum.
Chegamos num ponto chave da sociedade, onde máscaras valem mais do que expressões, garrafas de bebida em cima da mesa valem mais do que apertos de mão e companhias falsas valem mais do que uma conversa sincera com a menina menos atraente da festa.
   Por fim entenda que você pode ser uma pessoa super charmosa, educada, inteligente ou qualquer outro adjetivo, mas se a outra pessoa não for equivalente, ela não irá perceber o quão valiosa você é.