segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Brincadeiras esotéricas


O esoterismo é parte de nossas vidas desde a infância. Mesmo que não saibamos disso, ou não queiramos aceitar. Toda criança tem amiguinhos imaginários. Esses amigos são os elementais da natureza que todos enxergamos em nossa tenra infância, mas que, quando chegamos à fase adulta não temos nem a mais remota recordação da existência desses seres…
A Psicologia Revolucionária Gnóstica ensina que até por volta dos 7 anos de idade as crianças têm esses amigos que vivem na quarta dimensão, o mundo etérico. Depois disso, perde-se o sentido da clarividência natural  e os Deuses Elementais não são mais visíveis aos olhos turvos da falsa personalidade, condicionada por uma educação materialista, cética, mecânica.
Muitos dos Deuses da natureza são brincalhões e alegres como crianças e ensinaram aos pequeninos da humanidade muito de sua sabedoria por meio de inocentes jogos ou brincadeiras de criança. Existem alimentos para o Ser, alimentos para a personalidade e alimentos para o Ego.
Algumas brincadeiras infantis servem para os dois primeiros alimentos, equilibrando os três cérebros (intelectual, motor e emocional-instintivo-sexual) da criança, dando-lhe inquietudes espirituais e associações positivas para o despertar da consciência.
Brincadeiras de Cunho Esotérico
Amarelinha
Essa é uma das brincadeiras mais conhecidas no Brasil. Através desse jogo os Instrutores da Humanidade ensinam às crianças a sabedoria da Árvore Sefirótica. A disposição das casas, o céu e o inferno, a pedra, o pular com uma perna só… tudo isso tem uma relação cabalística. Existem dez sefirotes, o mais denso é o primeiro, o mais elevado o último.
A pedra que nos move na árvore cabalística é, em todas as religiões, o sexo; algumas casas a criança pula num pé só porque ainda não tem um parceiro para alquimia. Na brincadeira temos De passar pelo inferno antes de chegar ao céu, o que nos recorda o axioma alquímico: “Antes de cada exaltação uma humilhação. Antes de subir devemos baixar”.
Stop
Também conhecida por “como está fica”. Ensina o silêncio e a prática da meditação ativa. As crianças são assistidas pelos átomos espirituais do Anjo da Guarda, simbolizado na cosmogonia pelo Arcanjo Gabriel, protetor das crianças até os sete anos; ele também protegerá contra todos os perigos de bala, facadas ou conspirações para quem o invocar.
À medida ficamos parados, estaremos cada vez mais autoconscientes e preparando o nosso corpo para o trabalho espiritual. Gurdjieff usava a Técnica Súfi do Stop em seus seguidores.
Chocalho
Um chocalho geralmente tem cinco bolas coloridas representando cada um dos Cinco Auxiliares: Gabriel, Rafael, Uriel, Michael e Samael. Internamente são essas as forças de nossos Ser Interno responsáveis por nos ajudar na batalha pela vida.
Quando o bebê brinca com o chocalho lhe é contado o que lhe espera no futuro, a convivência com a Mãe até os sete anos; a explosão da infância e o desenvolvimento do intelecto dos 7 aos 14 anos; a sexualidade, amores, desamores e sexualização dos sentimentos dos 14 aos 21 anos; a luta pelo pão de cada dia começa a ser semeada no período solar dos 21 aos 42 anos e depois vem a maturidade, filhos e demais responsabilidades que virá a ter na idade governada por Samael, até os 49 anos. A criança enxerga tudo isso que terá pela frente brincando com o chocalho e escutando o som que vem do brinquedo como que dizendo: Desperta… Desperta…
Jogos de bola
No início da criação a matéria caótica é fecundada pelos deuses para dar origem aos universos. Os meninos que brincam com as bolas são os deuses que fecundaram a matéria geradora da vida.
É importante lembrar que os jogos de bola não são recentes na história da humanidade, muito ao contrário, fazem parte de um passado antiquíssimo que remonta ao noturno alento da Criação, e esse ritual sempre foi simbolizado pelos jogos de pelota, como o Pocatoc maia e o Jai-alai basco…
Brincadeiras de roda
No folclore brasileiro muitas são as brincadeiras de roda, ciranda cirandinha, lenço atrás etc.
De mãos dadas ou não, caminhando em círculos ou paradas, as crianças são ensinadas a unirem a energia de seus Pais Internos em benefício de outros.
Mais tarde no tempo, algumas dessas crianças colocam em prática esses ensinamentos sagrados e irradiam felicidade, paz, força e amor à humanidade, ao planeta e ao cosmo infinito através dos Lumisiais Gnósticos.
COMO É IMPORTANTE TER ESCOLINHAS KINDER NOS GRUPOS GNÓSTICOS!
Rodopio
De braços abertos a criança roda em seu próprio eixo da esquerda para direita. Imitando a Dança Sagrada dos Dervixes, proporcionando equilíbrio anímico-espiritual.
Sabe-se, esotericamente, que o rodopio positivo (da esquerda para a direita) ativa os vórtices de energia – Chacras – para que estes atraiam mais e mais a Energia Vital da natureza e do cosmo.
Infelizmente, pseudoeducadores ditos modernos têm seus cérebros psíquicos tão degenerados que todos esses jogos e, mais ainda, todas as lendas, mitos, tradições e folclores não passam de baboseiras dos antepassados, coisa de gente atrasada…
Músicas para Crianças
Há inúmeras interferências dos Iniciados nas músicas, particularmente para as crianças. Para citar somente um exemplo, temos a canção intitulada Frère Jacques.
De origem francesa, a música e seu mantra final nos incitam ao DESPERTAR DE NOSSA CONSCIÊNCIA.
Frère Jacques, frère Jacques,

Dormez-vous? Dormez-vous?

Sonnez les matines! Sonnez les matines!

Din, dan, don. Din, dan, don…
Tradução:
Frei Jacó, frei Jacó,
Você dorme? Você dorme?
Tocam os sinos da manhã!
Tocam os sinos da manhã!
Din, dan, don. Din, dan, don…
Claro que há variações em cada língua, e a portuguesa não é exceção. Porém o mais importante é nos atermos ao final dessa canção, que na verdade é um mantra sagrado para o Despertar da Consciência. No “din, dan, don… din, dan, don…” vemos inserido o mantra sagrado IAO dentro da consoante D. Sabe-se que as consoantes D e T são usadas para trabalhar, “bater” em nossa mente dispersiva e hipnotizada, até que ela se livre de seu estado hipnótico…

Veja o original clicando AQUI


































quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Sagrado, Secreto e Sinistro: 666



O “temível” e suspeito número 666 parece causar muito burburinho quando mencionado em quaisquer lugares. Mas sem divagar demais em muitas teorias e preconceitos religiosos, o número 666 encerra significações cabalísticas draconianas, ocultistas e psicológicas, o que nada tem a ver com o Diabo ou com o mal do mundo.
Seis é o número da esfera do Sol, o que representa, em nível humano, o Eu Superior em seu aspecto luminoso, a inteligência manifestada, a mente expandida. O Sol e o número 6 também podem ser representados pelo hexagrama e pela cruz (um símbolo bastante antigo e pré-cristão), que é desdobrada e desenvolvida a partir do cubo, que é um sólido geométrico de seis lados. Desdobrado na cruz invertida, esta simplesmente representa uma espada apontada para cima, um shiva-linga, quer dizer, um falo (símbolo solar, masculino) unido à vagina (o traço horizontal da cruz).
O Sol está situado – na Árvore da Vida e da Morte cabalística – nas esferas de Tiphareth/Thagirion (a “Beleza” e o “Ardente Sol Negro”), que é um nível de evolução no qual o indivíduo atinge um alto grau de autoconhecimento e autoconsciência. Mas para que a evolução seja completa e a sabedoria seja internalizada, é preciso conhecer o lado sinistro do sagrado e secreto Eu Superior (pois nada existe somente com uma face). E esse lado sinistro do Dragão de Sabedoria, do Eu Superior, é expresso pelo número 666, já que sua multiplicação e soma finalmente resultam sempre no número noturno da Lua, ou seja, 9, que é também o número do leão-serpente (teth, ט), a união entre o masculino e o feminino. A Lua representa a noite, o oculto, o secreto, o subconsciente e o sinistro (sombrio e “esquerdo” como o aspecto feminino e sexual do universo e da psique humana). Entenda-se que “sinistro” não é aquilo que seja maligno nem malévolo, ou coisa semelhante; sinistro é “esquerdo”, e no contexto prático e metafísico draconiano indica a presença de elementos sexuais, femininos poderosos, instintivos e subconscientes (a maior fonte de poder de um iniciado e de um filósofo oculto). Portanto, nada há de maligno nisso nem tem a ver com qualquer fantasia paranoica do Diabo (pois este não existe). Afinal, nós temos o lado direito e esquerdo de nosso corpo, temos a mão direita e a esquerda, o lado direito e esquerdo do cérebro, etc.
Fique só com o lado direito, então, e você verá o quão simétrico, equilibrado, harmonioso e belo você parecerá!
Na prática da filosofia oculta e do draconismo, 666 é o número da força obscura e agressiva do Eu Superior, o número do aspecto sombrio da Inteligência Solar do Daemon individual. Mas é também o número de Sorath, o Espírito do Sol, a força solar agressiva e impetuosa que impulsiona a evolução. Esse número, 666, pode ser extraído do Quadrado Mágico Solar, ou Kamea, que é dividido em 36 partes, ou quadrados menores numerados, cuja soma total é 666, o número do próprio nome de Sorath extraído pelo cálculo de suas letras hebraicas. Desse quadrado, para fins práticos, também é extraído o sigilo de Sorath, ou Deggial, como também é chamado. Sorath-
Deggial é a verdadeira Besta da Revelação, a Besta 666, a correspondente revelação microcósmica do próprio Eu com seu animalismo (não confundir com animismo) natural, primitivo e intrínseco que se torna autoconsciente; é a revelação do conhecimento com compreensão, da Gnose, e da Sabedoria das sombras (o subconsciente e o aspecto feminino, Sophia/Shakti/Shekinah).
O número 36 (3×6, 666) igualmente resulta em 9, a Lua, a consorte do Sol Negro (a Grande Besta, o Dragão de Sabedoria), demonstrando assim o equilíbrio entre as forças duais (como dois pilares) do universo e do ser humano, a união entre o feminino e o masculino, entre as trevas e a luz, entre o subconsciente e o supraconsciente, etc. A Lua é a yoni (vagina) de Shakti, e o Sol Negro é o linga (pênis) de Shiva, e sua união resulta finalmente em 9, a esfera do sexo, não somente o sexo humano, fisiológico e anatômico, mas principalmente o sexo metafísico de todas as forças que são unidas para criar algo no universo e na natureza
visíveis e invisíveis.
Tal união, como toda união entre forças opostas deveria ser, resulta em uma terceira força que é, no ser humano, o nascimento da autoconsciência e o renascimento do autêntico e completo ser humano em seu alto grau evolutivo, ou seja, o Homo veritas (o humano verdadeiro). As forças opostas não se opõem, mas se unem para criar. E o ser humano verdadeiro autoconsciente, não um mero humanoide autômato, cria a si mesmo a cada etapa evolutiva. O número 666, portanto, é o número do Homem, do Anjo Guardião e da Besta (o Eu Superior, o Dragão) com suas forças em equilíbrio e com a sabedoria das Sombras e da Luz.
Contudo, as pessoas cuja compreensão parece não ir além de interpretações limitadas e condicionadas e com base em suas ideias oriundas de dogmas enganosos seculares, há muito tempo acreditam piamente que o número seiscentos e sessenta e seis seja satânico, “sujo” e sinistro. Os textos bíblicos disseminaram muitas ideias que seriam motivo de sarcasmo por parte de Satã, se ele realmente existisse como a maioria das pessoas imagina. Se tal número é da besta, besta é o próprio o homem, segundo o texto bíblico, pois “(…) calcule o número da besta, pois é o número do homem (…)”; em essência, a espécie (besta) humana é obviamente uma espécie animal. Assim, cada indivíduo tem a escolha de buscar ser uma Grande Besta sábia, pois o 666 é a face sagrada, secreta e sinistra do Ser autoconsciente.
Adriano C. Monteiro é escritor de Filosofia Oculta, membro de diversas Ordens e autor da Tetralogia Draconiana
http://www.viadraconiana.tk

Original clique AQUI







Michelângelo, Yod-Heh-Vav-Heh e Deus

 


   Na imagem acima, de autoria do mestre Michelangelo, pode-se ver uma das interpretações mais bonitas do conceito de Deus. Ateus e crentes normalmente não têm capacidade para entender ou compreender a beleza desta imagem nem o seu significado: isso terá de ser explicado pelo ocultistas.
Antes de começar, precisamos entender alguns pontos que serão cruciais para a compreensão do que é “Deus” para os Alquimistas e Cabalistas. Ao contrário dos crentes e ateus, que pensam que divindades são seres literais e ficam brigando como crianças para ver se eles existem ou não no Plano Físico, ocultistas tem plena consciência que deuses são símbolos.
Como tais, é necessário respeitar os símbolos (não venerá-los) e compreendê-los para tornar nossa vida melhor e mais completa.
A Capela Sistina
   A “Cappella Sistina” é uma capela situada no Palácio Apostólico, residência oficial do Papa na Cidade do Vaticano. É famosa pela sua arquitetura, inspirada no Templo de Salomão do Antigo Testamento, e sua decoração em afrescos, pintada pelos maiores artistas da Renascença, incluindo Michelangelo, Rafael, Bernini e Sandro Botticelli, todos ocultistas e rosacruzes.
A capela tem o seu nome em homenagem ao Papa Sisto IV, que restaurou a antiga Capela Magna, entre 1477 e 1480. Durante este período, uma equipe de pintores que incluiu Pietro Perugino, Sandro Botticelli e Domenico Ghirlandaio criaram uma série de painéis de afrescos que retratam a vida de Moisés e de Cristo, juntamente com retratos papais e da ancestralidade de Jesus. Estas pinturas foram concluídas em 1482, e em 15 de agosto de 1483, Sisto IV consagrou a primeira missa em honra a Nossa Senhora da Assunção.
Desde a época de Sisto IV, a capela serviu como um lugar tanto para religiosos, como funcionários para atividades papais. Hoje é o local onde se realiza o conclave, o processo pelo qual um novo Papa é escolhido.
É muito famosa por esta imagem, que está em seu teto, mas o que pouca gente sabe é que o conjunto de imagens da Capela Sistina retrata uma ÁRVORE DA VIDA, com cada afresco representando simbolicamente uma Esfera através de passagens bíblicas cuidadosamente escolhidas.

A disposição das imagens segue a correspondência das esferas em quatro Árvores sobrepostas (um dia juntarei paciência para fzer um post só sobre isso) mas hoje falarei apenas sobre uma das imagens:
Adão e Deus
Esta imagem é uma das obras primas de Michelângelo, pela sua beleza e também pela inteligência e capacidade de captar e trabalhar símbolos, além de demonstrar grande conhecimento da Kabbalah e de seu simbolismo dentro da alquimia.
Vamos começar por um dos nomes de Deus, que é retratado nesta imagem: YHVH (yod-heh-vav-heh)
Nada no hebraico antigo está ali por acaso. A linguagem é uma das mais belas que existem porque foi construída a partir da matemática e do simbolismo. Palavras e números possuem correspondência (muito muito muito longe da palhaçada que os esquisotéricos chamam de “numerologia pitagórica”) e seus símbolos se conectam em valores éticos que são válidos em qualquer período.
Vamos aos exemplos:
Começamos por examinar cada letra separadamente.
Yod – Valor gematrico 10; representa o fogo, a inspiração, a centelha divina. Sua tradução literal é “Mão”, mas a mão que cria, a mão que trabalha, a mão que realiza e transforma o mundo. Faz a conexão simbólica entre Tiferet e Chesed e representa o iluminado que estendeu a mão em busca do Santo Graal. Seu arcano é a do Eremita, da pessoa que ativamente faz uma busca espiritual, intelectual ou emocional.
Heh – Valor Gematrico 5; sua tradução é “Janela”, no sentido de abertura para um local maior. Todas as vezes que estamos presos em um lugar fechado (seja uma casa, seja nossa mente) e abrimos um espaço para que possamos enxergar dimensões maiores, estamos trabalhando em sintonia com esta letra. Seu arcano correspondente é o Imperador e faz a conexão entre as esferas de Tiferet (Beleza) e Hochma (sabedoria). Heh se manifesta sempre que procuramos romper uma casca em direção à luz, seja um ateu/crente fundamentalista ampliando sua mente, seja o ato de se pesquisar e estudar fontes de fora da sua bolha, seja observar um novo ponto de vista; uma janela por onde a luz pode penetrar e iluminar o interior.
Vav – Valor Gematrico 6; significa “Gancho”, “garra” ou “unha” dependendo da tradução, mas sua essência é o ato de buscar ou agarrar alguma coisa e trazer para si. Pode ser algo físico, mas pode ser agarrar uma idéia, um pensamento ou um ensinamento. Seu Arcano correspondente é o Hierofante (ou Papa, no tarot de Marselha), aquele que ensina. Todas as vezes que trazemos algo novo para dentro do nosso universo, estamos puxando ou agarrando uma parte maior do todo. Isso se aplica desde a um cientista de ponta pesquisando algo que ninguém nunca pesquisou no planeta quanto a um bebê que está aprendendo a engatinhar. São escalas diferentes do mesmo fractal.
Vav conecta Chesed a Hochma: é a essência simbólica do que está dentro do Santo Graal; o que move os alquimistas, ocultistas e cientistas: a busca pelo desconhecido que ainda está oculto.
Na Genesis (que é um livro totalmente simbólico), Deus cria Adão (yod) e Eva (heh-vav-heh). Adão “dá nome a todas as coisas do planeta” e HVH surge da lateral de Yod (a conexão entre as esferas de Hochma e Binah forma uma ligação cujo desenho é horizontal e que graças às imagens iconográficas e erros de tradução de crentes medievais, foi transformado em “costela”… Esta conexão entre Yod e EVE é escrito pela letra Daleth (“porta”) ou o portal entre dois mundos, o da ação e o da concretização, que vai desde o processo de formulação de uma idéia à gestação de um filho.
Adão representa a primeira manifestação da criação (Alef, ou “sopro” ou inspiração vinda do universo), que foi representada pelo “sopro divino que anima o barro (Barro = Malkuth, Mundo Material) e representa todo o processo científico de procurar respostas naquilo que ainda é desconhecido. O universo (Kether) já estava lá antes de chegarmos, o homem (Malkuth) é que está buscando entender o todo.
Eva (HVH) representa o Entendimento (Binah), ou o ato de se passar através de uma janela ou abertura (“HVH é “uma janela que é aberta até se tornar uma porta”… pense na imagem de uma abertura em uma tenda que é rasgada com um gancho até que esta abertura não seja apenas um ponto de ver o que se está adiante, mas algo maior que se possa efetivamente passar e chegar até este outro local… ). Assim, Heh se torna Daleth.
Adão + Eva = Y + HVH = YHVH = Deus.
[Mãos trabalhando] + [Teorias se Expandindo] = [Conhecimento do Universo].
Também faz referência ao nascimento (humano, de uma idéia, de um projeto, etc). Todas as idéias um dia foram suposições ou teorias que, através dos experimentos e da busca ou refinamento se tornaram algo sólido, no qual você não apenas vê o que está adiante, mas pode dar o passo e chegar lá (isso se aplica a MUITAS coisas… é um fractal).
Mas este processo não requer um homem e uma mulher, mas duas metades simbólicas de NÓS MESMOS. Uma união gay que traga para dentro dos universos daquelas duas pessoas novos conceitos, novas experiências e ampliação da consciência está perfeitamente enquadrada como manifestação divina nos termos hermeticos; um cientista ateu pesquisando sobre mosquinhas de fruta para estudar genética está buscando Deus (mesmo que não tenha capacidade para entender isso).
Então, voltando à fantástica imagem de Michelângelo, temos:

ou vai falar que é coincidencia?
Michelângelo, como Ocultista e Rosacruz, sabia que o deus verdadeiro está DENTRO de cada um e tinha consciência de representá-lo da maneira correta. A busca a Deus é a busca pelos próprios limites e a superação destes. É observar o que está além e estender a mão até alcançar e transformar janelas em portas.
O problema começo quando os crentes literalizaram o conceito do que é Deus (Kether) e os ateus embarcaram nessa furada e se tornaram a “negação aos deuses” e desceram pro mesmo nível merreca.
Toda a beleza da ARTE e do Simbolismo contido na Religião e nas Mitologias foi perdido (na verdade, não foi perdido, está OCULTO dos olhos profanos e protegido para as pessoas que saibam buscar). O mundo virou uma bagaceira de literalidades crentes versus a raiva irracional ao que não é racional dos ateus-fundamentalistas, que acham que magia é charlatanice porque “é obvio que não se pode transformar chumbo em ouro, isso é provado pela ciência” (não riam, o presidente dos ateus, que não vou revelar o nome para não ridicularizá-lo publicamente, pensa isso a sério).
Estudem os deuses. Eles são muito mais interessantes e com significados muito mais profundos dentro de você mesmo do que os crentes e ateus pensam. Alquimia é uma ciência muito mais elegante, justamente porque junta todo o conhecimento racional ao filosófico. Não foi à toa que todos os grandes nomes da humanidade da ciência, arte, música e literatura foram ocultistas.
Aprecie a postagem original clicando AQUI




















sexta-feira, 10 de junho de 2011

Grandes Mistérios da Humanidade

   Muitas estranhas  descobertas   já foram feitas na história moderna, alguns mistérios caem por terra com o tempo através da ciência, porém a casos em que nem mesmo a ciência consegue explicar.

Estas descobertas são sempre controversas e a comunidade científica é extremamente seletiva no que eles aceitam como fato consumado.
Crânios humanos com chifres

Descoberta: 1880
Sayre é um distrito localizado no condado de Bradford, Pensilvânia, há 59 quilômetros a noroeste de Scranton. O ano exato não está claro, mas durante a década de 1880 um grande túmulo foi descoberto em Sayre.
Sayre é um distrito localizado no estado norte-americano de Pensilvânia, no Condado de Bradford.Segundo o censo norte-americano de 2000, a sua população de Sayre era de 5813 habitantes. Em 2006, foi estimada uma população de 5585,[2 um decréscimo de 228 (-3.9%).
De acordo com o United States Census Bureau tem uma área  de 5,3 km2, dos quais 5,3 km² cobertos por terra e 0,0 km² cobertos por água. Sayre localiza-se a aproximadamente 233 m acima do nível do mar.
Foi noticiado que um grupo de americanos descobriu vários crânios humanos e estranhos ossos. Os esqueletos pertenciam a homens anatomicamente normais, com exceção das projeções ósseas localizado a cerca de dois centímetros acima das sobrancelhas. Entende-se que o crânio tinha chifres. Os ossos foram caracterizados como gigantes, pois eles representavam pessoas com mais de sete metros de altura. cientistas estimam que os corpos tenham sido enterrados por volta do ano 1200. A descoberta arqueológica foi feita por um grupo respeitável de antiquários, incluindo o Dr. GP Donehoo, do estado da Pensilvânia dignitário da Igreja Presbiteriana; AB Skinner, do Museu Americano de Instrução e WKMorehead, da Phillips Academy, Andover, Massachusetts.
Não era a primeira vez que gigantescos crânios com chifres foram desenterrados na América do Norte. Durante o século 19, crânios semelhantes foram descobertos perto de Wellsville, New York e em uma vila perto de mineração para El Paso, Texas. Em um momento da história humana, chifres eram usados como sinais de realeza. Alexandre, o Grande, era representado com chifres em algumas de suas moedas. Em “tempo de Moisés, os chifres eram um símbolo de autoridade e poder. Muitos deuses, incluindo o Senhor, foram descritos com chifres. De acordo com relatos históricos, os ossos foram alegadamente enviados para o American Museum na Filadélfia. Contudo, os artefatos foram roubados e nunca mais foram vistos. Aparente fotos dos crânios não existem, mas muitas pessoas afirmam a descoberta de ser um embuste. Muitos sites sugerem que os objetos são de origem extraterrestre.

Descoberta de Livros de Chumbo pode revelar segredos do cristianismo


Uma antiga coleção de 70 livros pequenos, cada um com 5 a 15 páginas de chumbo, pode desvendar alguns segredos dos primórdios do cristianismo. Para os estudiosos de religião e de história, trata-se de um tesouro sem preço. Ziad Al-Saad, diretor do Departamento de Antiguidades da Jordânia chegou a dizer que pode ser a “descoberta mais importante da história da arqueologia”.

Embora ainda estejam divididos quanto à sua autenticidade, especialistas acreditam que trata-se da maior descoberta da arqueologia bíblica desde que foram encontrado os Rolos do Mar Morto, em 1947.

Os livros foram descobertos há cinco anos em uma caverna (foto) em uma região remota da atual Jordânia. Acredita-se que pertenciam a cristãos que fugiram após a queda de Jerusalém no ano 70 dC. Documentos importantes do mesmo período já foram encontrados no mesmo local.

Testes iniciais indicam que alguns desses livros de metal datam do primeiro século. A estimativa é baseada na forma de corrosão que atingiu o material, algo que especialistas acreditam ser impossível reproduzir artificialmente. Quando os estudos forem concluídos, esses livros podem entrar para a história como alguns dos primeiros documentos cristãos, antecedendo até mesmo os escritos atribuídos ao apóstolo Paulo.

A maioria das páginas  desses livros metálicos são do tamanho de um cartão de crédito. Os textos estão escritos em hebraico antigo, sendo a maior parte em um tipo de código. O britânicoDavid Elkington, acadêmico de arqueologia e de história religiosa antiga, foi um dos poucos a ter examinado os livros. Ele acredita que essa pode ser “a maior descoberta da história cristã”. ”É algo de tirar o fôlego pensar que temos acesso a objetos que podem ter pertencido aos santos dos primórdios da Igreja”, disse ele.
Após terem sido descobertos por um beduíno da Jordânia, o tesouro foi adquirido por um beduíno israelense, que está sendo acusado de contrabandeá-los para Israel, onde estão hoje. O governo jordaniano está tentando repatriar as relíquias, mas sem sucesso.
Philip Davies, professor emérito de estudos bíblicos da Universidade de Sheffield, na Inglaterra, disse haver fortes evidências que os livros têm uma origem cristã e mostram mapas da Jerusalém do primeiro século. ”Há obviamente imagens cristãs. Há uma cruz em primeiro plano, e por trás dela o que tem pode ser o túmulo [de Jesus], uma pequena construção com uma abertura, e atrás disso os muros da cidade… É uma crucificação cristã que ocorreu fora dos muros da cidade”.
A doutora Margaret Barker (foto), ex-presidente da Sociedade de Estudos do Antigo Testamento, explica: “O livro do Apocalipse fala de um livro selado que seria aberto somente pelo Messias. Outros textos da época falam sobre livros  de sabedoria selados e de uma tradição secreta transmitida por Jesus aos seus discípulos mais próximos. Esse é o contexto dessa descoberta. Sabe-se que, pelo menos em duas ocasiões, grupos de refugiados da perseguição em Jerusalém rumaram para o leste, atravessaram a Jordânia, perto de Jericó e foram para a região onde esses livros agora foram achados.”
Para ela, outra prova de que o material é cristão e não judaico é o fato de os escritos estarem em formato de livros, não de pergaminhos. “Os cristãos estão particularmente associados com a escrita na forma de livros. Eles guardavam livros como parte de uma tradição secreta do início do cristianismo… Caso se confirmem as análises iniciais, esses livros poderão trazer uma luz nova e dramática para a nossa compreensão de um período muito significativo da história, mas até agora pouco conhecido.”
Ela refere-se ao período entre a morte de Jesus e as primeiras cartas do Apóstolo Paulo. Há referências históricas a alguns desses acontecimentos, mas quase nenhum material deixado por quem realmente vivenciou o surgimento da igreja cristã. Essa descoberta sanaria muitas das dúvidas levantadas por outros estudiosos sobre a veracidade dos relatos da existência do que comumente é chamado de “o Jesus histórico”.
Os guias da Geórgia

Enquanto a maioria dos monumentos misteriosos nesta lista só se tornou assim no os séculos passados, os guias da Geórgia, também conhecido como American Stonehenge, é um marco que sempre esteve destinado a ser um enigma.O monumento, que é composto por quatro lajes monolíticas de granito que sustentam um clímax único, foi encomendado em 1979 por um homem que apenas quis que o chamassem de RC Christian.
Um monumento feito cuidadosamente de modo que uma ranhura nas pedras está alinhada com o sol sobre os solstícios e os equinócios, e um pequeno furo é sempre apontada na direção da Estrela Polar.
Mais interessante, porém, são as inscrições nas lajes, que acompanha uma placa descreve como “a Guidestones a uma Idade da Razão.” Em oito línguas diferentes, as lajes oferecem um estranho plano de dez pontos para garantir a paz na Terra, que inclui vagas proclamações como “prêmio de beleza de verdade, amor, procurando a harmonia com o infinito”, aos comandos muito específicos como “manter a humanidade abaixo de 500.000.000 em equilíbrio constante com a natureza.” Comentários como este ter feito o Guidestones um dos marcos mais controversos no Estados Unidos, e eles têm sido protestado e até mesmo vandalizado por grupos que gostariam de vê-los destruídos.
O Mistério
Para todas as suas controvérsias, muito pouco se sabe sobre quem construiu o Guidestones ou o que é seu verdadeiro propósito. RC Christian afirmou que ele representava uma organização independente, quando encomendou o marco, mas nem ele nem o seu grupo tem se manifestado desde a sua construção. Uma vez que o monumento foi construído durante o auge da Guerra Fria, uma teoria popular sobre as intenções do grupo é que o Guidestones foram para servir como uma cartilha de como reconstruir a sociedade na sequência de um holocausto nuclear.
O monumento tem sido associado a grupos como Os iluminatis, Os Bildenbergs e outros.
Inexplicáveis fósseis e objetos de metal
paleodictyon
Geologia é uma ciência relativamente “nova”.Os progressos e desenvolvimentos realizados através de experimentação são absolutamente notável e tem ajudado em muitos outros campos.Ainda assim, há algumas coisas que ainda precisam ser explicadas.Embora o padrão colméia de Paleodictyon já é bem conhecido, continuamos perplexos quanto à criação de tais questões, e outras  mais estão sendo levantadas.
Por exemplo, um fóssil de uma marca de mão humana foi encontrada em calcário estimada em mais de 110 milhões de anos, juntamente com um dedo humano fossilizado, e a aparente descoberta de uma pegada humana que possivelmente usava uma sandália que remonta a mais de 300 milhões de anos atrás.Estas marcas fossilizadas incríveis / permanecem na comunidade científica os coçando suas cabeças diáriamente. Sem mencionar os tubos metálicos  de 65 milhões de anos  escavados da França, o bloco incomum de carvão descoberto 124 anos atrás, que continha um cubo de metal que não poderiam ter se formado naturalmente dentro do nódulo.
Fóssil de Mão Humana de mais de 130 milhões de anos

Fóssil de Mão Humana de mais de 130 milhões de anos chamado de “Fóssil de Gutierrez” no meio da era dos dinossauros uma pessoa como nós (homem moderno) viveu e conviveu com eles, mas como sempre a “Ciência Materialista/Ateia/humanista” Prefere não falar sobre isso.
Esse fóssil de Mão humana idêntica a mão dos modernos homens foi achada numa cidade próxima de Bogotá na Colômbia (América do sul) Lembrando que a “Ciência materialista” (leia-se pseudociência) Prega que na América do Sul só chegou o primeiro humano há 15 mil anos

As pedras dos Dropas


Em 1938, uma expedição arqueológica liderada pelo Dr. Chi Pu Tei nas montanhas Baian-Kara-Ula da China, fez uma surpreendente descoberta em algumas cavernas que aparentemente foram ocupadas por alguma cultura antiga. Enterradas sob a poeira das eras, no chão da caverna haviam centenas de discos de pedras.
Medindo aproximadamente 23cm de diâmetro, cada uma possui um círculo cortado no centro, e foi talhada com uma ranhura espiral, fazendo com que se pareça, com muita semelhança, a um antigo disco de vinil, de 10.000 à 12.000 anos de idade. As ranhuras espirais, como se constatou mais tarde, são na verdade compostas de pequeninos hieróglifos que contam a incrível história de espaçonaves de algum mundo distante, que aterrissaram nas montanhas. As naves eram pilotadas por pessoas que se auto-denominavam os “Dropas”, e os restos de seus descendentes, possivelmente, foram descobertos na caverna.

A  cunha da Romênia


A misteriosa cunha da Romênia é esta estranha peça da foto, que foi encontrada em 1974 numa das margens do rio Mures, a dois km de Aiud. O misterioso objeto foi descoberto numa escavação, enterrado a dez metros de profundidade, ao lado de dois ossos de mastodontes. O mastodonte é um mamífero de grandes dimensões, também chamado de mamute, extinto a pelo menos 10.000 anos.
Em termos de morfologia o estranho objeto se assemelha a cabeça de um martelo, mas sua função real nunca foi determinada. A descoberta teria sido levada para o Instituto Arqueológico de Cluj-Napoca para ser examinado. Foi lá que os arqueólogos confirmaram algo bastante estranho:  O objeto era feito de alumínio, recoberto com uma fina camada de óxido. A liga foi examinada e foram detectados 12 elementos diferentes.
A cunha, como o objeto passou a ser chamado por falta de um nome melhor, parecia ser fabricada por fundição, mas o problema é que não existia alumínio na Terra até em meados de 1800. O material não foi produzido industrialmente até 1885. Foi  Friedrich Wöhler que conseguiu isolar o alumínio, em 1827.
Apesar do alumínio ser um metal encontrado em abundância na crosta terrestre (8,1%) raramente é encontrado livre. Suas aplicações industriais são relativamente recentes, sendo produzido em escala industrial a partir do final do século XIX. Quando foi descoberto verificou-se que a sua separação das rochas que o continham era extremamente difícil. Como consequência, durante algum tempo, foi considerado um metal precioso, mais valioso que o ouro. O processo ordinário de obtenção do alumínio ocorre em duas etapas: a obtenção da alumina pelo processo Bayer e, posteriormente, a eletrólise do óxido para obter o alumínio. O processo de eletrólise necessário consome grandes quantidades de energia, o que explica o fato das fabricas de alumínio possuírem suas próprias estações hidroelétricas.
A elevada reatividade do alumínio impede extraí-lo da alumina mediante a redução, sendo necessário obtê-lo através da eletrólise do óxido, o que exige este composto no estado líquido. A alumina possui um ponto de fusão extremamente alto, na faixa dos 2000 °C, tornando inviável de forma econômica a extração do metal.
Como algo assim poderia estar na mesma camada geológica de ossos de mamute datados de 11.000 anos de idade?
Até o momento não foi possível estabelecer a origem da peça. Muitas pessoas sugeriram que esta poderia ser uma das melhores evidências da existência de civilizações alienígenas visitando o nosso planeta desde os mais remotos tempos.
A cunha foi levada para ser examinada num laboratório em Lausanne, na Suíça, e obteve o mesmo resultado na análise metalúrgica:
89% de alumínio, 6,2% de cobre, 2,84% de silício, 1,81% de Zinco, 0,41% de chumbo, 0,33% de estanho, 0,2% de zircônio, 0,11% de cádmio, 0,0024% de níquel, 0,0023% de cobalto, 0,0003% de bismuto, e um pequeno traço de gálio.
A análise da espessura da camada de óxido que recobre todo objeto de alumínio deu uma precisa referência de idade. De acordo com a camada de óxido, estabeleceu-se a idade do material em cerca de 300 anos, algo por si já insólito, pois a oxidação indica que o alumio descoberto na margem do rio é anterior a sua descoberta na Terra.
Várias pessoas se debruçaram sobre o misterioso objeto e um especialista da aeronáutica sugeriu que poderia se tratar de uma sapata de aterrissagem, pela forma bastante similar das sapatas usadas em veículos da ápoca, porém era bem menor. Não tardou a muitas pessoas começarem a construir hipóteses sobre a misteriosa cunha ser uma peça que teria se desprendido de um ufo.
Devido a limitada quantidade de informações acerca do estranho objeto, nunca foi possível a precisa determinação de sua origem. A misteriosa cunha de alumínio nunca foi exibida ao público.  Posteriormente as análises, o artefato foi doado para o Museu de História da cidade de Transilvânia, em Cluj. Em 1995 os editores da revista RUFOR, uma revista Romênia de estudos ufológicos visitaram a reserva técnica do museu e atestaram que o objeto se encontra lá.

Mapa de Piri Reis

Em 9 de novembro de 1929, enrolado em uma prateleira empoeirada do famoso Museu Topkapi, em Istambul, dois fragmentos de mapas foram encontrados. Tratava-se das cartas de um almirante turco, Piri Reis, célebre heroi (para os turcos) e pirata  (para os europeus), que nos deixou um extraordinário livro de memórias intitulado Bahrye, onde relata como preparou estes mapas.
Sua obra já era conhecida há muito tempo, mas somente adquiriu importância após a descoberta de tais cartas, ou melhor, após as cartas e o livro terem sido confrontados e averiguados sua veracidade.
Descendente de uma tradicional família de marinheiros, suas façanhas contribuiram para manter alto no Mediterrâneo o prestígio da marinha turca. Em sua obra são descritas em detalhes as principais cidades daquele mar e apresenta ainda 215 mapas regionais muito interessantes. Afirma ainda em sua obra que: “a elaboração de uma carta demanda conhecimentos profundos e indiscutível qualificação”.
No prefácio de seu livro Bahrye, Piri Reis descreve como se baseou e preparou este tão polêmico mapa, na cidade de Galibolu, entre 9 de março e 7 de abril de 1513. Declara aí que para fazê-las estudou todas as cartas existentes de que tinha conhecimento, “algumas delas muito antigas e secretas”. Eram mais de 20, “inclusive velhos mapas orientais de que era, sem dúvida, o único conhecedor na Europa”.
Piri Reis era um erudito, e o conhecimento que tinha das línguas espanhola, italiana, grega e portuguesa, muito o auxiliou na confecção das cartas. Possuia inclusive um mapa desenhado pelo próprio Cristóvão Colombo, carta que conseguira através de um membro de sua equipe, que fora capturado por Kemal Reis, tio de Piri Reis.
Os mapas de Piri Reis são uma preciosidade ilustrados com imagens dos soberanos de Portugal, da Guiné e de Marrocos. Na África, um elefante e um avestruz; lhamas na América do Sul e também pumas. No oceano, ao longo dos litorais, desenhos de barcos. As legendas estão grafadas em turco. As montanhas, indicadas pela silhueta e o litoral e rios, por linhas espessas. As cores são as convencionalmente utilizadas: partes rochosas marcadas em preto, águas barrentas ou pouco profundas por vermelho.
A princípio não lhes foram atribuidas o devido valor. Em 1953, porém, um oficial da marinha turca enviou uma cópia ao engenheiro-chefe do Departamento de Hidrografia da Marinha Americana, que alertou por sua vez Arlington H. Mallery, um especialista em mapas antigos. Foi então quando o “caso” das cartas de Piri Reis veio a tona.
Mallery fez estudar as cartas por algumas das maiores autoridades mundiais do assunto, como o cartógrafo I. Walters e o especialista polar R. P. Linehan. Com a ajuda do explorador sueco Nordenskjold e de Charles Hapgood e seus auxiliares, chegaram a uma conclusão sobre o sistema de projeção empregado nos mapas que fora então confirmada por matemáticos: embora antigo, o sistema de Piri Reis era exato. Além disso, o mapa traz desenhadas, na parte da América Latina, algumas lhamas, animais desconhecidos na Europa, àquela época. Também as posições estão marcadas corretamente, quanto à sua longitude e latitude. O mais impressionante é que até o século 18, os navegadores corriam risco de que seus barcos batessem em litorais rochosos, pois lhes faltava algo. A capacidade de calcular a longitude. Para isso necessitavam de um relógio extremamente preciso. Somente em 1790 o primeiro relógio marinho preciso foi inventado e os navegadores puderam saber sua posição nos mares.
Comparado a outras cartas da época, o mapa de Piri Reis as supera em muito.
A análise das cartas de Piri Reis esbarrou em outra polêmica: se tudo ali aparece representado com notável exatidão, então como explicar as formas das regiões árticas e antárticas, diferentes das da nossa era? O resultado das pesquisas é incrível. As indicações cartográficas de Piri Reis mostram a conformação das regiões polares exatamente como estavam à mostra antes da última glaciação. E de maneira perfeita. Confrontando as indicações dos mapas com os levantamentos sísmicos realizados na região em 1954, tudo batia em perfeita concordância, exceto por um local, o qual Piri Reis indicava por duas baías e o mapa recente, terra firme. Realizados novos estudos, verificou-se que Piri Reis é que estava certo. O estudioso soviético L. D. Dolgutchin julga que as duas cartas foram elaboradas após a derradeira glaciação terrestre, com o auxílio de instrumentação avançada; o que nada nos esclarece.
Levando-se em conta a história como nos é contada e aos conhecimentos que temos em mãos, fica a pergunta: de onde vieram estes instrumentos e como existiriam tais instrumentos antes de Colombo?
A resposta deve estar nos “mapas antigos e secretos” que ele usou como orientação para suas cartas. Estudos mostram que a glaciação dos pólos ocorreu depois de uma época situada aproximadamente entre 10.000 anos atrás. Naquela época, o que havia de mais civilizado, segundo os historiadores clássicos, eram os Cro-Magnon da Europa. Além disso, Mallery chama atenção de que para elaborar um mapa como aquele, Piri Reis precisaria de toda uma equipe perfeitamente coordenada e de levantamento cartográfico aéreo. Mas quem teria, naquela época, aviões e serviços geográficos?
O mistério continua: de onde vieram estes mapas? Quem cartografou o globo com uma acuidade que mal podemos conseguir hoje?

segunda-feira, 6 de junho de 2011

A PROFECIA DE MELQUISEDEQUE


PROFECIA DE MELQUISEDEQUE
Melquisedeque, um nome rodeado de mistérios e mágicas lendas, venerado e conhecido em diversas culturas. Na Bíblia é citado numerosas vezes como Rei de Salém, e na tradição hebraica aparecem menções em diferentes livros tais como o Zohar e o Midrash Rabba. É conhecido pelos povos orientais, temido pelos mongóis e venerado pelos lamas budistas dessas terras.
O Dr. Ferdinand Ossendowski, um ilustre viajante, homem da ciência e escritor, narra o seguinte em sua clássica obra de viagens “Bestas, Homens e Deuses” (1924):
Quando a caravana atravessava as estepes da Ásia Central, próximo a Tzagan-Luk, o guia mongol exclamou de repente: “Alto, detenham-se!”, e logo depois se jogou de seu camelo sussurrando o clássico mantram budista “OM MANI PADME HUM”. Algo incrível acontecia naquele momento. O ar vibrava docemente e trazia consigo uma canção de amor e paz que alcançava, de imediato, o coração. A terra e o céu pareciam conter o alento. Até Dr. Ferdinand Ossendowski - PROFECIA DE MELQUISEDEQUEos animais percebiam: os pássaros cessavam seu vôo e pousavam, os camelos paravam as orelhas, os cavalos permaneciam imóveis e atentos, os cachorros cessavam seus latidos e os iaques se puseram ao solo. Todos os pastores mongóis se ajoelharam e oraram fervorosamente enquanto se sentia essa paz absoluta: até o vento incessante da região deixou de soprar. Era um estado de coisas portentoso, uma calma e paz inusitadas, sobretudo para os ocidentais.
Quando o êxtase coletivo cessou, os mongóis explicaram a Ossendowski o que acontecera. Tinham se aproximado do Mistério dos Mistérios, ao reino subterrâneo do Rei do Mundo, justo no momento em que este se encontrava em meditação.
Como é fácil compreender, não é extensa a informação que Ossendowski pôde obter daqueles homens. Aqueles mongóis sabiam que os lamas guardavam zelosamente o segredo do Rei do Mundo e castigavam com severidade aqueles que divulgavam tais coisas.
Mas, e aqui há mais um mistério, o testemunho recolhido por Ossendowski naquela oportunidade coincide notavelmente com o exposto no livro “Mission de l’Inde” pelo Marquês Saint-Yves d’Alveydre (1910), e também com o narrado por outro autor menos prestigiado, Louis Jacolliot, em “Les Fils de Dieu” e “Le Spiritisme dans le Monde”.
PROFECIA DE MELQUISEDEQUE - Mongolia
Os três autores mencionados falam de Agharti ou Agharta, nome que indica, em língua tibetana, o misterioso reino subterrâneo onde reside o Rei do Mundo.
Ossendowski conta que em visita ao monastério de Narabanchi, na Mongólia, encontrou uma surpreendente profecia que Melquisedeque (o Gênio da Terra) deixou nesse mesmo lugar em que visitara no ano 1890. Eis aqui:
Cada dia mais os homens se esquecerão de suas almas e se ocuparão de seus corpos. A maior corrupção reinará na terra. Os homens se assemelharão a animais ferozes, sedentos de sangue dos seus irmãos. A meia-lua se apagará e seus adeptos se sumirão na mendicidade e na guerra perpétua. Seus conquistadores serão feridos pelo sol, mas não subirão duas vezes. Acontecerá com eles a pior das desgraças e acabarão entre insultos aos olhos dos demais povos. PROFECIA DE MELQUISEDEQUE - MelquisedequeAs coroas dos reis, grandes e pequenos, cairão. Um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito... Haverá uma guerra terrível entre todos os povos. Os oceanos ficarão vermelhos... A terra e o fundo dos mares se cobrirão de esqueletos, os reinos serão fracionados, nações inteiras morrerão... A fome, a doença, os crimes desconhecidos pelas leis... Tudo quanto o mundo ainda não contemplou. Virão então os inimigos de Deus e do espírito divino os quais jazem nos próprios homens. Aqueles que levantam a mão sobre outro, perecerão também. Os esquecidos, os perseguidos se sublevarão e chamarão a atenção do mundo inteiro. Haverá nevoeiros e tempestades, as montanhas descobertas se cobrirão de bosques. A Terra tremerá... Milhões de homens trocarão as correntes da escravidão e as humilhações pela fome, pelas doenças e pela morte. Os antigos caminhos se encherão de multidões que irão de um lugar a outro. As maiores e mais formosas cidades perecerão pelo fogo... uma, duas, três... O pai lutará com o filho, o irmão com o irmão, a mãe com a filha. O vício, o crime, a destruição dos corpos e das almas imperarão sem freios... As famílias se dispersarão... A fidelidade e o amor desaparecerão... De dez mil homens, apenas um sobreviverá... um louco, nu, faminto e sem forças, que não saberá construir uma casa nem lhe proporcionar alimento... Uivará como um lobo raivoso, devorará cadáveres, morderá sua própria carne e, irado, desafiará Deus... A Terra será despovoada. Deus a largará de sua mão. Sobre ela apenas a noite e a morte espalharão seus frutos. Então surgirá um povo até agora desconhecido que, com punho forte, arrancará as más ervas da loucura e do vício e conduzirá os que permaneceram fiéis ao espírito do homem, à batalha contra o mal. Fundarão uma nova vida na terra purificada pela morte das nações. Dentro de cinquenta anos não terá mais que três novos grandes reinos que viverão felizes durante setenta e um anos. Em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos... Depois, os povos de Agharti sairão de suas cavernas subterrâneas e aparecerão na superfície da terra.
No último parágrafo, através de uma atenta leitura, Óscar Uzcategui descobriu que Melquisedeque dava uma data e alguns dados muito precisos para essa profecia. Vejamos:
PROFECIA DE<br /> MELQUISEDEQUE-Guerras
A profecia foi escrita pelo Senhor do Mundo no ano 1890. Desse modo, quando Melquisedeque diz “dentro de 50 anos não haverá mais que três novos grandes reinos”, está falando de 1940, isto é, da Segunda Guerra Mundial.
Apareceram então três novos grandes reinos: Europa, Rússia e EUA. Depois diz que “viverão felizes durante setenta e um anos”. Isto é: 1940 mais 71 dão 2011. E neste ano fatídico“em seguida virão dezoito anos de guerras e cataclismos”. 
Assim nos diz que estamos às portas de um conflito mundial que terá conseqüências horrorosas, nunca vistas, e que terá uma duração de 18 anos: de 2011 até 2029.
Posteriormente, haverá uma regeneração e começará um novo ciclo, mas não sem que antes haja uma involução e destruição, como dizem tantas profecias e religiões do mundo.
Texto extraído de um e-mail…













domingo, 5 de junho de 2011

O significado da Letra G na Maçonaria



A letra G, é a sétima letra do nosso alfabeto, estudos concluem que pode ter vários significados:

Gravitação: É a força primordial que rege o movimento e o equilíbrio da matéria.
Geometria ou a Quinta Ciência: É fundamento da ciência positiva, simbolizando a ciência dos cálculos, aplicada à extensão, à divisão de terras, de onde surge à noção da parte que nelas a nós compete, na grande partilha da humanidade e dos direitos da terra cultivada.
Geração: É a vida perpetuando a série dos seres. Força Criadora que se acha no centro de todo ser e de todas as coisas.
Gênio É a inteligência humana a brilhar com seu mais vivo fulgor.
Gnose: É o mais amplo conhecimento moral, o impulso que leva o homem a aprender sempre mais, que é o principal fator do progresso.
Glória: a Deus.
Grandeza: O homem, a maior e mais perfeita Obra da Criação.
Gomel: Uma palavra hebraica entende-se, os deveres do homem para com Deus e os seus semelhantes.
No centro da estrela flamejante, também conhecida como pentagrama, vê-se a letra G. É indiscutível que a melhor significação é Gnose, ou seja, CONHECIMENTO.
O caráter homonial da estrela flamejante é a luz das fontes pitagóricas e das referências gregas e romanas, portanto é impossível negar ao símbolo o seu significado mágico, eis que Pitágoras se dedicava à magia.
Na segunda metade do século V de Roma que se inventou a letra “G” que, visivelmente, é uma simples modificação do “C”,que no latim , encontramos indiferentemente as formas como Caius ou Gaius, Cnoeus ou Gnoeus, uma com o mesmo valor fonético da outra.
G é a primeira letra do nome de Deus em países anglo-saxões como: Gott, na Alemanha; God, na Inglaterra e Holanda; Gud, nos países escandinavos e Gad na Síria e na Pérsia era Goda. Alguns autores parecem não ter percebido que todos os nomes Gott, God, Gud, Geração, Gravitação, Geometria, Gênio, Glória, Grandeza, etc.., começam realmente por G, na língua empregada por eles, porém traduzem-se por nomes que não se iniciam pela letra G em muitos outros idiomas.
Os gnósticos (conhecedores ou clarividentes) possuidores da Gnose ou verdadeira ciência têm a mesma inicial.
Gnosticismo é um sistema de filosofia religiosa cujos adeptos supunham possuir o conhecimentos completos, absolutos, transcendentes, da natureza e atributos de Deus.
Wirth é de opinião que o significado da letra G vem das palavras GLÓRIA, GRANDEZA e GEOMETRIA, assim seria: Glória, para Deus; Grandeza, para o Venerável e Geometria para outros irmãos.
Em certos rituais, aparecem cinco significados diferentes da Letra G: Gravitação, Geometria, Geração, Gênio e Gnose.
A esta altura é necessário fazer a indagação: por que se contentar com esses cinco nomes, quando existem tantas palavras que começam pela letra G ?
Portanto a discussão em torno da letra G é um grande mistério a ser desvendado…

Direitos Humanos: que bicho é esse?




Como Direitos Humanos se conhece os direitos subjetivos que assistem a todos os homens em igualdade. Ou seja, a realização de que, somente pelo fato de sua existência, o ser humano é possuidor de direitos fundamentais e iguais. E esses direitos fundamentais são universais (todos possuem), indisponíveis (ninguém pode renunciar) e indivisíveis (não se pode conceder parte do direito). Ainda, a idéia de Direitos Humanos está muito próxima ao conceito de Humanismo e foi desenvolvida no Iluminismo (período da Revolução Francesa), dentro do ambiente do chamado Direito Natural, que vale para todos os seres humanos, independentemente de nacionalidade.
A fonte internacional e determinante dos Direitos Humanos é o texto daInternational Bill of Human Rights [Carta Internacional dos Direitos Humanos],  de 1947, logo no seu nascimento, que resultou na Declaração Universal dos Direitos do Homem, aprovada na Assembléia Geral da ONU, em 10.12.1948. Em súmula, a ONU realça nesse importante documento o 
ideal comum a atingir por todos os povos e todas as nações, a fim de que todos os indivíduos e todos os órgãos da sociedade, tendo-a constantemente no espírito, se esforcem, pelo ensino e pela educação, por desenvolver o respeito desses direitos e liberdades e por promover, por medidas progressivas de ordem nacional e internacional, o seu reconhecimento e a sua aplicação universais e efetivos, tanto entre as populações dos próprios Estados membros como entre as dos territórios colocados sob a sua jurisdição”.

Mas, não fica por aí. Foi instituída uma comissão especializada da ONU para tratar dos Direitos Humanos, que sempre está trazendo inovações e atualizações ao conjunto de normas internacionais destinadas a assegurar garantias fundamentais aos seres humanos. A última dessas iniciativas é a Convenção da ONU sobre os direitos de pessoas com deficiência, que infelizmente já devida e prontamente institucionalizada e promulgada no Brasil através de Decreto Legislativo do Congresso Nacional, bem como de Decreto Presidencial, ainda não é cumprida no território nacional.
E o que são na prática esses direitos humanos?
No Brasil, esses direitos, em sua grande maioria, estão inseridos no artigo 5º da Constituição Federal, que poucos conhecem. Daí a dificuldade de o cidadão comum encontrar consciência sobre a realização desses direitos. Eis que, os Direitos Humanos é um esforço institucional da ONU para que o Estado não deixe de amparar o indivíduo, enquanto unidade mínima na nação, em todos os seus direitos e anseios fundamentais, desde o direito à vida até o direito de participar das rendas, desenvolvimento e progresso de uma nação.

Isso, implica que nada deve pertencer a um pequeno grupo ou região. Muito menos ainda, pode o Estado assistir a um grupo em detrimento de outros. Daí, notamos que não é só uma questão de direito fundamental, mas perpassa também a igualitária participação sócio-econômica no conjunto de evoluções de um país.
E o que eu tenho a ver com isso?
Simplesmente tudo. Como todo direito, os Direitos Humanos só se realizam para mim e para os meus, se eu ou alguém reclamar. E veja: no caso dos direitos comuns essa reclamação só é legal se o possuidor do direito assim reclamar administrativamente ou judicialmente; já no caso dos Direitos Humanos qualquer cidadão deve reclamá-los para si ou para outrem.
Isso implica que a preservação e cumprimento dos Direitos Humanos é responsabilidade pessoal minha e de toda a sociedade, já que a todos é dada a responsabilidade de os requerer, mesmo e principalmente, por ser patrimônio indisponível (irrenunciável) de qualquer concidadão. Exemplos: direito à liberdade ou à pensão alimentícia.

Para melhor entender isso, tomo o exemplo de uma pessoa com uma situação grave, como p.e., a extrema pobreza. Encontro numa esquina um miserável, jovem rapaz de 20 anos, já viciado em drogas, sem lar, com roupas sujas, não toma banho há meses, praticamente, sem qualquer tipo ou grau de dignidade.
Partindo do princípio de que cada ser humano tem direito à dignidade, nisso está incluso moradia, comida, saúde, trabalho, educação, no mínimo, então - já que o rapaz exemplificado não tem condições de reclamar os seus direitos fundamentais - cabe a mim requerer esses direitos fundamentais em nome e para esse rapaz.

Posso fazer isso diretamente procurando o Juizado Especial Federal responsável pelo lugar em que o rapaz está ‘morando’ ou procurar o Ministério Público Federal. Disso, se constitui uma ação judicial para obrigar ao Município, ao Estado e à União a oferecer ao rapaz em questão todas as condições essenciais para livrá-lo dessa situação de cidadão sem direitos, bem como garantir uma vida digna e cidadã para esse brasileiro.
Se cada um de nós tomasse um só desses 25 milhões de miseráveis como ‘afilhado’ e tomássemos as iniciativas apropriadas e devidamente previstas em lei, como acima descritas, em menos de um ano não haveria um só miserável em todo o território nacional.

O grande problema é convencer a mim e a você de que nós temos essa responsabilidade legal, ética e moral. E enquanto eu e você não assumirmos essa responsabilidade, o Brasil não se livrará de seus miseráveis; continuarão a formar a paisagem do Brasil.
Acelino Pontes Original  AQUI

domingo, 24 de abril de 2011

A Origem dos Símbolos do Natal

Sempre quis achar um bom texto que falasse sobre natal; achei. Totalmente fora de época, mas achei e compartilhei! (Texto extraído do excelente site de Marcelo Del Debbio)

  Embora quase todas as pessoas vêem o Natal como um feriado cristão, a maioria dos símbolos e ícones que nós associamos com celebrações de Natal realmente são derivados das tradições xamânicas, dos Povos Tribais da Europa Setentrional. A ICAR, no seu rolo compressor cultural, foi absorvendo e modificando estas tradições para se adequarem aos seus mitos e o resultado é uma festa cheia de símbolos os quais não temos a menor idéia do que representam.
   O Natal sempre marca o solstício de inverno (hemisfério norte). É nesse período que os xamãs, até hoje, realizam rituais de passagem para um novo ciclo anual.

   Rituais que incluiam o consumo de um cogumelo sagrado para essas pessoas, um cogumelo branco e vermelho conhecido como Amanita Muscaria. Estes cogumelos geralmente são vistos em livros de contos de fada, associados com magia, duendes e elementais. Isto é porque contêm compostos enteógenos potentes, semelhantes aos do Chá de Santo Daime, e foram usados na antiguidade pelos xamãs para introspecção e experiências transcendentais. A maioria dos elementos importantes da celebração moderna de Natal, tal como Papai Noel, Árvores de Natal, Rena Mágica e o dar de presentes, originalmente são baseados sobre as tradições cercando a colheita e consumo destes cogumelos bem sagrados.
   Os cogumelos de amanita muscaria crescem apenas sob certos tipos de árvores, principalmente abetos e sempre-verdes. Os bonés de cogumelo são a fruta do mycelium. Os celtas chamavam estes cogumelos de “a fruta da árvore.”
Estas Pessoas ficavam surpreendidas em como estes cogumelos mágicos saltavam da terra sem qualquer semente visível. Consideraram isto “nascimento da virgem” ter sido o resultado do orvalho da manhã, que foi visto como o sêmen da divindade. O ouropel de prata (ou em sua versão mais moderna, aquelas correntes de lâmpadas) que nós cobrimos sobre nossa árvore de Natal moderna representa este fluido divino (o “fio de luz” que desce dos céus até a terra para gerar a vida).

As Renas Existia uma tribo na antiga Sibéria chamada O Povo das Renas.
As renas eram para os siberianos o que o búfalo representa para os nativos americanos; forneciam alimento, protegendo, vestindo entre outras necessidades eram também consideradas a manifestação do Grande Espírito Rena, invocado pelos xamãs para resolver os problemas do povo. Nas suas jornadas xamânicas, ele viajava, em transe, em um trenó de renas voadoras, tal qual os Egípcios realizavam suas projeções Astrais sobre o Barco de Ísis.

A Viagem do papai Noel Quando era tempo de sair e de colher os cogumelos mágicos, os xamanes antigos vestiriam-se muito como Papai Noel, usando casacos pele-aparados, brancos e castanhos e botas pretas longas
A aparência, a vestimenta, maneirismos do Papai Noel é como o conhecemos hoje vem da coca-Cola. Falarei sobre isso mais adiante.

Os Cogumelos e as Meias na Lareira O cogumelo de amanita necessita ser seco antes de consumir; o processo de secagem reduz a toxicidade do cogumelo enquanto aumenta sua potência. Sabendo que estes cogumelos devem ser desidratados antes da ingestão cerimonial, seria bom secá-los antes de levá-los para casa. Conforme eles colhiam mais, eles selecionavam uma árvore na região central, e usavam seus galhos para colocar os cogumelos frescos, secando-os ao Sol.
   E os cogumelos vermelhos e brancos são os enfeites de Natal mais antigos que se pode encontrar. Mais tarde, o xaman guiaria o grupo para colocar os cogumelos pendurados ao redor do lareira para o fogo secar. Esta tradição é ecoada no moderno enfeite de meias e outros itens pendurados sobre a lareira, onde são colocados presentes dentro.
   Estas pessoas viveram em moradias feito de vidoeiro e couro de rena, chamado “yurts.” Algo semelhante a um teepee, a chaminé central do yurt freqüentemente também era usada como uma entrada, pois o acúmulo de neve impedia abertura de portas. Depois de reunir os cogumelos de sob as árvores sagradas onde apareceram, os xamans enchiam seus sacos e retornavam para casa. Desciam pelas chaminé-entradas e compartilhavam com os presentes os cogumelos recolhidos.
   A primeira imagem do Papai-Noel associada à chaminés foi pintada em 1666 por Jan Steen, no quadro “Het Sint Nicolaasfeest” (A festa de São Nicolau).

São Nicolau e a Coca-Cola São Nicolau é uma figura lendária que supostamente viveu durante o quarto Século. Sua seita expandiu rapidamente e Nicholas tornou-se o padroeiro de muitos grupos variados, incluindo juizes, penhoristas, criminosos, comerciantes, marinheiros, padeiros, viajantes, os pobres, e crianças.
   Historiadores bem religiosos concordam que São Nicholas/Nicolau realmente não existiu como uma pessoa real, e era em vez disso uma versão Cristianizada de deuses Pagães anteriores. As lendas de Nicolau foram criadas principalmente após histórias sobre o deus teutônico chamado Segura Nickar.    Este deus poderoso de mar foi visto a galope pelo céu durante o solstício de inverno, concedendo bênçãos a seus fieis embaixo.
Havia muitos templos à Segura Nickar ou Poseidon, e nesses “personagens” se deu a origem do caráter de São Nicholas da Igreja Católica. Esses templos, mais tarde, foram nomeadas igrejas em honra a São Nicolau. Tradições locais foram incorporadas nos novos feriados cristãos para fazê-los mais aceitável aos novos convertidos. A estes recentes cristãos, São Nicholas tornou-se um tipo de “super-xamã” que foi sobreposto sobre o próprio xamã e práticas culturais.
São Nicolau também adotou algumas qualidades do lendário “Befana de Avó” de Itália, que encheu meias das crianças com presentes. Seu relicário em Bari, Itália, tornaram-se um relicário a São Nicholas.
   As imagens mais antigas dele o mostram usando VERDE, que era a cor dos lenhadores, até que em 1886 o cartunista maçom Thomas Nast o retratou usando as vestes que conhecemos hoje (Preto, Branco e Vermelho, as três cores da Alquimia: Nigredo, Albedo e Rubedo). No começo do século XX, a Coca-Cola fez uma campanha maciça de publicidade associando a imagem criada por Nast a seus produtos, já que as cores eram as mesmas de seu logotipo. Muita gente pensa que foi a Coca-Cola quem inventou o design do papai-noel, mas eles apenas utilizaram os desenhos alquímicos de Nast.


A Árvore da Vida e a Estrela Polar A Árvore de Natal representa a própria Árvore da Vida: Uma Estrela Brilhante em seu Topo, simbolizando Kether, Esferas coloridas ao longo de seus galhos (tradicionalmente são 8 esferas: Hochma, Binah, Chesed, Geburah, Tiferet, Netzach, Hod e Yesod) acompanhadas ou não de Anjos e do ouropel e, finalmente, os Presentes colocados na sua Base, representando todas as dádivas de Malkuth.
   A Estrela do Norte também era considerado sagrada, pois todas as outras estrelas no céu giravam em torno de seu ponto fixo. Eles associaram a “Estrela Polar”, com a Árvore do Mundo e o eixo central do universo. O topo da Árvore do Mundo tocou a Estrela do Norte, e espírito do xamã sobe na árvore metaforicamente, passando assim para o reino dos deuses. Este é o verdadeiro significado do Papai Noel fazer sua casa no “Pólo Norte”.
   A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno e, desde o século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus, como já visto em post anterior, os líderes do cristianismo, para a formação deste, só tiveram de adaptar as crenças e rituais antigos a um novo personagem: Jesus Cristo. Toda a roupagem necessária para vestir o novo deus preexistia. Apenas fazia-se necessário moldá-la um pouco.

(Link para o texto original)

Homens, Mestres e Anjos

Recebi o texto abaixo por email, achei interessante e estou compartilhando.

   Ensina a Doutrina que, para chegarem a Deuses divinos e plenamente conscientes, as Inteligências Espirituais Primárias (inclusive as mais elevadas) têm que passar pela fase humana.

   E a palavra "humana" não deve aqui aplicar-se tão somente à nossa humanidade terrestre, mas igualmente aos mortais que habitam
todo e qualquer mundo, ou seja, àquelas Inteligências que alcançaram o necessário equilíbrio entre a matéria e o espírito, como nós agora, que já transpusemos o ponto médio da Quarta Raça-Raiz da Quarta Ronda. 
   Cada Entidade deve conquistar por si mesma o direito de converter-se em um ser divino, à custa da própria experiência.
Hegel, o grande pensador alemão, deve ter conhecido ou pressentido intuitivamente essa verdade, quando disse que o Inconsciente fez evolucionar o Universo "com a esperança de adquirir clara consciência de si mesmo", ou, por outras palavras, de se tornar Homem.

Outro não é também o significado da expressão purânica, tantas vezes repetida, de que Brahmâ é constantemente "impelido pelo desejo de criar".

Da mesma ordem de idéias é o sentido secreto da  frase cabalística: "O Sopro torna-se pedra; a pedra converte-se em planta; a planta em animal; o animal em homem; o homem em espírito; e o espírito em um deus."

Os Filhos nascidos da Mente, os Rishis, os Construtores etc., foram todos homens, quaisquer que tenham sido suas formas e aspectos em outros mundos e nos Manvantaras precedentes.

Mais adiante:

   Ensina a Doutrina Secreta que não existem seres privilegiados no Universo, assim em nosso sistema como nos outros, assim nos mundos externos como nos mundos internos seres privilegiados à maneira dos Anjos da religião ocidental ou dos judeus.

   Um Dhyân Chohan não surge ou nasce como tal, subitamente, no plano da existência, isto é, como um Anjo plenamente desenvolvido; mas veio a ser o que é.

   A Hierarquia Celeste do Manvantara atual ver-se-á transportada, no próximo ciclo de vida, a Mundos superiores, e dará lugar a uma nova Hierarquia composta dos eleitos de nossa humanidade.

    A existência é um ciclo interminável no seio da Eternidade Absoluta, em que se movem inúmeros ciclos internos, finitos e condicionados.

   Deuses criados como tais não demonstrariam nenhum mérito pessoal em ser Deuses. Semelhante classe de Seres — perfeitos unicamente em virtude da natureza imaculada e especial que lhes fosse inerente — em face de uma humanidade que luta e sofre, e ainda das criaturas inferiores, seria o símbolo de uma injustiça eterna de caráter inteiramente satânico, um crime para todo o sempre
presente. Uma anomalia e uma impossibilidade na Natureza.

PS: Meditemos a respeito.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Os illuminati e as Notas de Real

Texto adaptado do texto “Marianne e a Maçonaria” do excelente blog No Esquadro

   Você sabe a relação entre a Estátua da Liberdade e a mulher estampada nas notas do Real? Elas são a mesma pessoa: Marianne.

   E, por incrível que pareça, Marianne não está presente apenas nos EUA e em nosso rico dinheirinho. A mulher que serve como modelo para a estátua da Liberdade e que aparece nas notas de Real teve origem na Maçonaria.

   Até os livros escolares já se renderam à verdade de que a Maçonaria teve papel fundamental na Revolução Francesa, com a qual compartilha seu principal lema: “Liberdade, Igualdade e Fraternidade”. Pois bem, a Liberdade deveria ser o primeiro princípio a ser alcançado, pois sem Liberdade não haveria como promover a Igualdade e vivenciar a Fraternidade. E os franceses adotaram como símbolo dessa liberdade a imagem de uma mulher, a qual ficou conhecida como Marianne. Seu surgimento deu-se entre Setembro e Outubro de 1792, e seu nome nada mais é do que a união de Marie e Anne, dois nomes muito comuns entre as mulheres francesas do século XVIII. Marianne se tornou símbolo da Revolução e de seus ideais e, com o êxito do povo, alegoria da República. Era chamada por uns de “Senhora da Liberdade” e por outros de “Senhora da Maçonaria”.
   Bustos de Marianne contendo o lema “Liberdade, Igualdade e Fraternidade” não somente podem ser vistos em praticamente todas as prefeituras e principais edifícios públicos da França, como é peça obrigatória em todos os templos maçônicos daquele país. Há várias versões de Marianne portando objetos diversos, entre o famoso barrete, feixes, coroa, triângulo, estrela flamígera ou mesmo segurando uma colméia (ah, vá?). Em uma de suas versões mais populares, Marianne veste uma faixa maçônica contendo Esquadro e Compasso, abelhas (veja “Colméia”), Nível e Prumo.
   Quando a França resolveu presentear os EUA em comemoração aos seus 100 anos de declaração de independência, fez isso através da Estátua da Liberdade: uma versão maçônica de Marianne, feita pelo maçom Frederic Auguste. Não demorou para que Marianne se tornasse alegoria da República em todo o Ocidente, incluindo, é claro, o Brasil. Se os americanos conseguem ver a Maçonaria na nota de um dólar, através do “Olho que tudo vê”, nós brasileiros podemos encontrá-la em todas as nossas notas através dela, Marianne, a Senhora da Liberdade, a Senhora da Maçonaria.


Texto extraído do excelente Blog de Marcelo Deldebbio

Lei de Thelema

Faze o que tu queres há de ser toda a Lei
O princípio Thelemico está dedicado aos altos propósitos de segurança da Liberdade do Indivíduo e de seu crescimento em Luz, Sabedoria, Compreensão, Conhecimento e Poder; mediante Beleza, Coragem e Sapiência;

A lei de Thelema está encravada no Livro da Lei, recebido por Aleister Crowley em 1904Faze o que tu queres há de ser toda a Lei - Amor é a lei, amor sob vontade". Essa Lei, resumida na palavra Thelema, não é para ser interpretada como uma licença para satisfazer cada capricho vivido, porém antes um mandato a descobrir a sua única e Verdadeira Vontade e persegui-la; deixando outros fazerem o mesmo em seus únicos e próprios e caminhos. "Todo homem e toda mulher é uma estrela", e com este, uma mensagem de revolução do pensamento humano, da cultura e religião baseados no simples axioma: "

Amor é a lei, amor sob vontade.
Paz, Tolerância, Verdade;
Saudações em Todos os Pontos do Triângulo;
Com Respeito à Ordem.
A Quem Interessar possa.

Thelema ("Télêma") é uma palavra Grega que significa "vontade" ou "intenção". Ela é também o nome da nova filosofia espiritual que foi erguida à quase cem anos e está agora tornando-se gradualmente estabilizada ao redor do mundo.

Uma das mais primeiras menções a esta filosofia ocorre no clássico Gargantua e Pantagruel escritos por Francois Rabelais em 1532. Um episódio desta aventura épica conta-nos da fundação da "Abadia de Thelema" como uma instituição para o cultivo das virtudes humanas, que Rabelais identificou como sendo por completa oposta às prevalecentes propriedades Cristãs do momento. A única regra da Abadia de Thelema era: "Faze o que tu queres há de ser toda a Lei". Essa tem sido uma das crenças básicas da filosofia Thelemica hoje.

Embora tocada sobre vários proeminentes e visionários pensadores nos cem anos seguintes, a semente de Thelema plantada por Rabelais eventualmente veio a dar frutos na primeira parte deste século, quando desenvolvida por um inglês chamado Aleister Crowley. Crowley foi um poeta, autor de vários livros, montanhista, magista e membro de uma sociedade oculta conhecida como Ordem Hermética da Aurora Dourada (Hermetic Order of Golden Dawn). Em 1904, enquanto viajava pelo Egito, com sua esposa Rose Kelly, Crowley tornou-se inexplicavelmente envolvido em uma série de eventos no qual ele clama inaugurar um novo aeon da evolução da humanidade. Esses fatos culminaram em Abril, quando Crowley entrou em um estado de transe e escreveu os três capítulos de 220 versos que veio a ser chamado O Livro da Lei (também conhecido como Liber AL e Liber Legis). Entre outras coisas, esse livro declarou: "A palavra da Lei é Thelema" e "Faze o que tu queres há de ser toda a Lei".

Crowley gastou o resto de sua vida desenvolvendo a filosofia de Thelema, tal como revelado pelo Livro da Lei. O resultado foi uma volumosa produção de comentários e trabalhos relacionados à magick, misticismo, yoga, qabalah e outros assuntos ocultistas. Virtualmente todos esses escritos levaram a influência de Thelema, tal como interpretada e entendida por Crowley em sua capacidade como profeta do Novo Aeon.

Uma teoria defende que cada capítulo do Livro da Lei está associado, em particular, com um aeon da evolução espiritual da humanidade. De acordo com isto, o Capítulo Um caracteriza o Aeon de Ísis, quando o arquétipo da divindade feminina era eminente. O Capítulo Dois relata o Aeon de Osíris, quando o arquétipo do deus morto tornou-se proeminente, e as palavras da religiões patriarcais foram estabelecidas. O Capítulo Três proclama o alvorecer de um novo aeon, o Aeon de Hórus, a criança de Ísis e Osíris. É neste novo aeon que a filosofia de Thelema será completamente desvelada à humanidade, e será estabelecida como o primeiro paradigma para a evolução espiritual das espécies.

Alguns desses elementos essenciais da crença em Thelema são:

"Todo homem e toda mulher é uma estrela."

O significado disto geralmente é tomado que cada um indivíduo é único e têm seus próprios caminhos em um universo espaçoso, onde eles podem mover-se livremente sem colisão.

"Faze o que tu queres há ser toda a Lei." e "tu não tens direito senão faze o que tu queres."

Muitos Thelemitas esperam que toda pessoa possui uma Verdadeira Vontade, uma simples motivação abrangente por suas existências. A Lei de Thelema determina que cada pessoa siga sua Verdadeira Vontade para alcançar satisfação na vida e liberdade das restrições da suas naturezas. Pois duas Verdadeiras Vontades não podem estar em real conflito (de acordo com "Todo homem e toda mulher é uma estrela"), essa Lei também proíbe alguém de interferir na Verdadeira Vontade de qualquer outra pessoa.

A noção de absoluta liberdade para um indivíduo seguir sua Verdadeira Vontade é uma das nutridas entre os Thelemitas. Essa filosofia também reconhece que a principal tarefa de um indivíduo que inicia o caminho de Thelema, é primeiro descobrir sua Verdadeira Vontade, através de métodos de auto-exploração tal como a magick. Além disso, toda Verdadeira Vontade é diferente, e por isso cada pessoa tem um único ponto de vista do universo, ninguém pode determinar a Verdadeira Vontade para outra pessoa. Cada pessoa deve chegar a descobrir por elas próprias.

É claro, com a ênfase sobre a liberdade e individualidade inerente em Thelema, as crenças de qualquer dado Thelemita são provavelmente para diferenciar daqueles de qualquer outro. No Comento anexado ao Livro da Lei é estabelecido que: "Todas as questões do Livro da Lei devem ser decididas apenas por apelo aos meus escritos, cada qual por si mesmo." Nisso, Thelema mal pode ser classificada como um "religião", uma vez que ele engloba uma vasta área de crenças, desde ateísmo ao politeísmo. O importante é que cada pessoa tem o direito de completar-se através de quaisquer credo e ações que são melhor adequados para eles (desde que eles não interfiram na vontade de outros), e somente eles mesmos estão qualificados para determinar quais são.
(texto recebido por e-mail)

terça-feira, 12 de abril de 2011

Origens da Bruxaria


   Falar em origem da BRUXARIA é o mesmo que retornar aos primórdios da Humanidade, quando os seres humanos começaram a despertar sua percepção para os mistérios da vida e da natureza. Segundo os estudiosos da pré-história, a primeira demonstração de arte devocional foram as MADONAS NEGRAS, encontradas em cavernas do período Neolítico.

   Portanto, as Deusas da Fertilidade foram os primeiros objetos de adoração dos povos primitivos. Da mesma forma que nossos antepassados se maravilharam ao ver a mulher dando a Luz a uma criança, todo o Universo deveria ter sido criado por uma GRANDE MÃE.

   Entre os povos que dependiam da caça, surgiu o culto ao Deus dos Animais e da Fertilidade, também conhecido como Deus de Chifres ou Cornífero. Os chifres sempre representaram à fertilidade, coragem e todos os atributos positivos da energia masculina, representando também a ligação com as energias cósmicas. Hoje a figura do Deus Cornífero é bastante problemática, pois, com o advento do Cristianismo, ele foi usado para personificar a figura do Diabo, entidade criada pelas religiões judaico-cristãs. O Diabo não é reconhecido e muito menos cultuado pelas Bruxas. Como essa religiosidade já existia muitos anos antes do Cristianismo, não temos nada a ver com o Diabo e os Satanistas.

   Quando os Celtas invadiram a Europa, quase mil anos antes de Cristo, trouxeram suas próprias crenças, que, ao se misturarem às crenças da população local, originaram o sistema que deu nascimento as bases da Wicca. Com a rápida expansão desse povo, muitos resquícios de suas práticas foram levados para regiões onde se encontram Portugal, Espanha e Turquia, essas práticas receberam influências de outros povos e acabaram criando os sistemas mágickos da Europa medieval. Embora aWICCA tenha se firmado em alguns conceitos e práticas Celtas, como é o caso dos Sabbaths é importante lembrar que a BRUXARIA é anterior a eles e que a WICCA não é uma religião celta, ela apenas absorveu alguns costumes desse povo. Como esse povo foi a principal inspiração para Gardner e foi também um povo que manteve suas tradições durante séculos até serem destruídos pelos povos invasores e pelos inquisidores, é importante que conheçamos, pelo menos, o rudimento de seu pensamento e cultura.

   O Panteão Celta, ou seja, o conjunto de DEUSES e Deusas dessa cultura é hoje o mais utilizado nos RITUAIS da Wicca, embora possamos trabalhar com qualquer Panteão, desde que conheçamos o simbolismo correto, e não misturemos os Panteões num mesmo RITUAL .

   A sociedade Celta era Matrifocal, isto é, a mulher possuía um papel de destaque tanto junto à família quanto em relação a sua tribo. Homens e mulheres tinham os mesmo direitos, sendo a mulher respeitada como Sacerdotisa, mãe, esposa e guerreira, participando das lutas ao lado dos homens. O culto da Grande Mãe e do Deus Cornífero predominaram nas regiões da Europa dominadas pelos Celtas, até a chegada dos Romanos, que praticamente dizimaram as tribos Celtas, que nessa época já estavam sofrendo com um pouco da influência do patriarcado.

   Porém, em muitos lugares, a religião matriarcal de culto aos DEUSES continuou a ser praticada, não só pelos poucos celtas sobreviventes, mas também por aqueles que de alguma forma possuíam contato com as antigas religiosidades dos Gregos, Egípcios, Nórdicos, pois havia certa tolerância por parte dos romanos, chegando certos ramos da BRUXARIA a incorporar elementos do Panteão greco-romano, especialmente naBRUXARIA Italiana.

   Foi somente na Idade Média que a BRUXARIA foi relegada às sombras com o domínio da Igreja Católica e a criação da Inquisição, cujo objetivo era eliminar de vez as antigas crenças, que eram uma ameaça a um clero muito mais preocupado em acumular bens e riquezas do que a propagar a verdadeira mensagem de Jesus. Se fôssemos descrever essa época infame, em que milhões de pessoas, em sua maioria mulheres, foram perseguidas, torturadas e assassinadas pela Inquisição, com certeza, escreveríamos um livro com milhares de páginas, mas este não é o nosso objetivo.

   Muitas das vítimas da Inquisição não eram BRUXAS , e sim, pessoas com problemas de saúde, doenças mentais, deficiências físicas ou somente o alvo da suspeita e inveja do povo. Também era comum se acusar pessoas para tomar seus bens, pois esses eram divididos entre os inquisidores. Durante o tempo das fogueiras, o medo fez com que muitas de nós permanecêssemos no anonimato para resguardarmos nossas vidas e nossas famílias. Muitos dos conhecimentos passaram a ser transmitidos oralmente, por medida de segurança, e, assim, muito se perdeu.

   Por isso, não é correto dizer que a BRUXARIA de hoje é a mesma de séculos atrás. No presente, um grupo de pessoas abnegadas e corajosas está redescobrindo e recriando a Nova BRUXARIA ou Neo PAGANISMO , e diversas religiões estão inclusas nesse contexto; A WICCA que apesar de possuir algumas características dos Celtas é bastante eclética e trabalha com as religiosidades dos mais diferentes povos; O Druidismo que é a verdadeira religião que busca reviver os costumes e crenças celtas de forma completa.